África do Sul Johanesburgo
Johannesburgo, porta de entrada de quem vem do
Brasil, é uma das maiores cidades do continente africano e o principal
centro econômico e político do país. Não é, entretanto, uma cidade
de interesse turístico, e lá não é prudente aventurar-se a esmo,
pois o índice de criminalidade, inclusive de crimes violentos, é muito
elevado. Soweto, ao lado de Johannesburgo, centro da resistência ao
apartheid, é um gueto negro, da mesma forma que há verdadeiros guetos
brancos superprotegidos. Os brancos que vão lá são quase sempre
turistas em excursões.
Pretória, a capital do país, a 55 quilômetros ao
norte de Johannesburgo, é uma cidade mais bonita e tranqüila, famosa
por seus parques e ruas arborizadas e apesar de bem mais simpática,
também não é uma cidade turística. Uma curiosidade: os famosos
jacarandás que enfeitam Pretória são brasileiros.
A aproximadamente 160 quilômetros de Pretória,
ficam duas famosas atrações da África do Sul: o Pilanesberg National
Park, reserva de vida selvagem.
Na mesma região fica um dos mais luxuosos,
extravagantes (e caros!) complexos turísticos do mundo, o Sun City, em
plena jungle.
O mais famoso dos parques nacionais sul-africanos é
o Kruger, junto à fronteira com Moçambique, com 31,5 quilômetros
quadrados, onde vivem leopardos, leões, elefantes, rinocerontes,
búfalos e uma imensa variedade de outras espécies de animais.
A maioria das estradas do parque é asfaltada e o
passeio é feito em jipes abertos. Para chegar ao parque, toma-se um
avião em Johannesburgo ou em Durban, ou aluga-se um carro em
Johannesburgo ou em Pretória (de 4 a 6 horas de automóvel).